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Maria Vitória

Em 2016 eu tive uma pubalgia após uma maratona e fiquei 10 meses parada. Engordei 12kg e estava desesperada pois não emagrecia seguindo as diretrizes tradicionais. Foi quando minha médica me apresentou a dieta cetogênica e a sugeriu como tratamento para a minha lesão, para a perda de peso e para o tratamento de várias questões clínicas que eu apresentava, como disbiose intestinal e cólicas menstruais.

Em 2 meses de dieta cetogênica minha lesão melhorou o que ela não havia melhorado nos 8 meses anteriores, foi incrível. E quando retornei aos treinos e terminei o período de cetoadaptação, que no meu caso levou 6 semanas, comecei a correr com uma energia que não acabava mais! Passei a viver e a fazer todos os treinos em cetose e em jejum, com vários longões de 24, 26 e 28km com pace na casa de 4:59 a 5:10/km. Correndo em cetose e em jejum cheguei a fazer 1:42h numa meia-maratona e fiquei em 3° lugar geral numa prova de 10 milhas com 1:14h pace de 4:40/km.

A recuperação muscular dos treinos e provas é impressionante. Não há acúmulo de ácido lático na musculatura, e em questão de minutos já estamos inteiros após os treinos e provas. Cheguei a treinar em 2 períodos, fazendo 17km pela manhã + 11km a noite com pace de 4:50/km sem nenhum cansaço ou dor tardia.

A energia é constante, da hora que acordamos à hora de dormir. As noites de sono são perfeitas, sono profundo. Fome zero durante o dia. O foco mental e o rendimento cognitivo são impressionantes. A imunidade fica muito alta e as doenças passam longe. O nariz pára de escorrer durante a corrida, os resfriados não aparecem mais após os longões e não sentimos sono após o almoço. O corpo vira uma verdadeira máquina!

Recomendo demais a dieta cetogênica como estratégia de treinos e estilo de vida!

Instagram: @mvitoriaabreu

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As Armadilhas do Jejum Intermitente
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